Holguín, 15 jul (Prensa Latina) — O 20º Festival Internacional de Cinema Pobre de Gibara desenvolve hoje aqui uma ampla programação teórica, comunitária e cinematográfica, que o consolida como um espaço de resistência, integração social e confluência de diversas manifestações artísticas.
A programação matinal teve início no Museu Municipal com as exibições das seções competitivas de ficção e documentário, onde se destacam produções de cineastas de Cuba, Brasil, Colômbia e Argentina.
Entre as propostas, destacam-se a curta-metragem cubana “Te doy mi voz”, da diretora María Karla Recio, e o documentário colombiano-argentino “El VIH se enamoró de mí”, dirigido por Mariana Iacono e Juan De La Mar.
A programação do evento, fundado pelo cineasta cubano Humberto Solás, incluiu, na Casa da Cultura, a inauguração da exposição “Centenário de Alfredo Guevara. Homenagem em cartazes”, patrocinada pelo projeto CartelON.
Da mesma forma, o fórum teórico “Rodagem comunitária: Co-projetando o turismo que Gibara merece” contará com um painel formado por especialistas locais que analisarão o desenvolvimento sociocultural sustentável do município litorâneo.
À tarde, o evento cinematográfico continuará no Museu Municipal com a exibição do documentário “Mijaín”, dos cineastas Rolando Almirante, Ángel Alderete e Héctor Villar, dedicado ao pentacampeão olímpico cubano Mijaín López.
Além disso, foram habilitados novos espaços expositivos com a inauguração da mostra “Mareas” no Hotel Arsenita, das artistas Laura I. Millán e Katerín Machín, e da exposição coletiva “Crónicas estampadas” no Hotel Ordoño.
As exibições noturnas ao ar livre incluirão obras de diversas partes do mundo em telas localizadas no Parque Calixto García, na Casa da Cultura e no Ranchón Juvenil El Güirito. O encerramento musical desta quarta-feira ficará a cargo dos trovadores Laynier Verdecia e Camilo de la Peña, seguidos pela apresentação da orquestra Ases del Ritmo na Praça Da Silva.
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