Holguín, 15 jul (Prensa Latina) O Festival Internacional de Cinema Pobre de Gibara inaugurou hoje, aqui, duas exposições de artes plásticas, em um evento que consolida a resiliência e o intercâmbio cultural da região.
A exposição “De Vallecillo a Gibara” conta com o patrocínio da prefeitura dessa cidade do estado de Nuevo León, no México, e exibe fósseis com cerca de 93 milhões de anos que revelam o passado marinho comum de ambos os territórios.
A responsável pela cultura do município mexicano, Micaela López, destacou a riqueza arqueológica da zona rural de Vallecillo, enquanto o representante da delegação mexicana, Alberto Roque, ressaltou que a parte serve como ponte de união entre os povos da América Latina.
Simultaneamente, foi apresentada “A Última Floresta”, exposição das artistas cubanas Amanda Tamayo e Daliana Seoane,com curadoria de Elisabet Betancourt, que investiga os
processos criativos e as interpretações do cotidiano a partir do
leste da ilha.
Ambas as exposições artísticas serviram de prelúdio ao tradicional
desfile de abertura do evento cinematográfico, que defende, há
há mais de duas décadas a confluência de diversas manifestações
estéticas na comunidade de Gibare.
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