Sexta-feira, Junho 26, 2026
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Documentário sobre o mestre de dança Isidro Thondike estreia em Cuba

Havana, 15 de mai (Prensa Latina) Por ocasião do 85º aniversário de Isidro Thondike, vencedor do Prêmio Nacional de Dança de 2009, o Teatro Nacional de Cuba estreou o documentário "Isidro Segundo Isidro", uma produção audiovisual sobre uma figura essencial da cultura cubana.

O crítico e jornalista Yuris Nórido Ruiz Cabrera, vice-presidente da União de Escritores e Artistas de Cuba (UNEAC) e codiretor do documentário juntamente com o artista visual Adolfo Izquierdo Mesa, destacou que “a proverbial simplicidade de Isidro está presente nesta obra”, enfatizando o caráter íntimo e testemunhal do filme.

A produção contou com a consultoria de Jorge Brooks e a música de Jorge Amado e Demetrio Muñiz.

O evento reuniu figuras proeminentes das artes cênicas e visuais, incluindo Marta Bonet, presidente da União Nacional de Escritores e Artistas de Cuba (UNEAC), e Rachel García Heredia, presidente do Conselho Nacional de Artes Cênicas.

Lesbia Vent Dumois, vencedora do Prêmio Nacional de Artes Visuais e vice-presidente da UNEAC, presenteou o homenageado com um livro contendo seu catálogo de obras como gesto de reconhecimento, explicou a organização nas redes sociais.

Também estiveram presentes Marilyn Garbey e Lourdes de los Santos, presidentes da Associação de Artistas Cênicos e da Associação de Cinema, Rádio e Televisão, respectivamente.

Durante a apresentação, o dançarino e coreógrafo Santiago Alfonso, vencedor do Prêmio Nacional de Dança de 2007, relembrou o impulso que a Revolução Cubana e o Comandante-em-Chefe Fidel Castro deram ao desenvolvimento da dança e da cultura afro-cubanas, destacou a UNEAC.

Foi nesse contexto que Thondike consolidou sua carreira como diretor de palco, bailarino principal, coreógrafo e professor da Companhia Cubana de Dança Contemporânea.

O maestro, nascido em Havana em 15 de maio de 1941, é o criador de coreografias emblemáticas como Ireme (1979), Nuestra Era, Oh la Rumba (1980) e Rhombos y la ofrenda (1981), e dedicou parte de sua carreira à formação de grupos de dança amadores na capital.

A União Nacional de Escritores e Artistas de Cuba (UNEAC) destacou que seu legado constitui um pilar para as novas gerações de artistas, devido à sua sensibilidade à música, ao canto e à dança, e ao seu impecável senso de ritmo.

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