Segundo uma mensagem do Ministério das Relações Exteriores publicada nas redes sociais, os dois trocaram “pontos de vista sobre os desafios da agenda multilateral e o papel da ONU no atual contexto internacional”.
A mensagem acrescentou que o apoio do México à candidatura de Bachelet, que está sendo promovida em conjunto com o Brasil, reflete sua convicção de “fortalecer o multilateralismo com liderança, experiência e respeito ao direito internacional, sempre orientado para a paz e o bem-estar dos povos”.
Em fevereiro passado, Brasil, México e Chile indicaram formalmente Bachelet para o cargo nas Nações Unidas, mas após a posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast, em março, a nação sul-americana retirou seu apoio.
Os presidentes do México, Claudia Sheinbaum, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, decidiram manter o apoio a Bachelet.
Pediatra de formação e membro do Partido Socialista, Bachelet foi a primeira e única mulher a ocupar a presidência do Chile, cargo que exerceu por dois mandatos (2006-2010 e 2014-2018).
Em 2010, o então Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, a nomeou como a primeira diretora-executiva da ONU Mulheres, agência dedicada à luta pelos direitos das mulheres em todo o mundo.
A ex-presidente está atualmente preparando uma turnê pela Europa e Ásia, incluindo Rússia e China, como parte de sua campanha para se tornar Secretária-Geral.
mh/las/glmv





