“Hoje viemos dizer aos Estados Unidos que Cuba não está sozinha e que vamos lutar para que ela possa seguir em frente com seu próprio projeto, defendendo o povo”, disse a vereadora Dafne Concha à Prensa Latina.
Ela lembrou que Cuba é uma ilha de paz, solidária e que enviou médicos a todo o mundo para ajudar a salvar vidas.
Amaya Candia, presidente da Sociedade Médica Internacional de Ex-Alunos da Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), destacou que mais de 32 mil médicos de 122 países do mundo foram formados nesse centro de estudos.
“Essa é uma das conquistas mais importantes a nível internacional”, disse ela, e condenou as campanhas contra as Brigadas Médicas Cubanas com o objetivo de minimizar tudo o que a ilha tem feito pelos povos.
A manifestação diante da embaixada dos Estados Unidos em Santiago foi convocada pelo Movimento de Solidariedade, pelo Partido e pela Juventude Comunista do Chile, pela Brigada de Propaganda Popular, pela ELAM-Chile e pelo Instituto de Cultura José Martí, entre outras organizações.
Ariel Ramírez, presidente do grupo de ex-alunos da ELAM, condenou a nova tentativa do presidente Donald Trump de continuar sufocando o povo de Cuba com o bloqueio petrolífero, que se soma aos mais de 65 anos de cerco econômico, comercial e financeiro contra o país caribenho.
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