Sánchez escreveu em sua conta no Twitter que a medida tomada por Washington e Tel Aviv “contribui para uma ordem internacional mais incerta e hostil”, ao mesmo tempo em que condenou as ações do regime iraniano e da Guarda Revolucionária.
“Não podemos nos dar ao luxo de outra guerra prolongada e devastadora no Oriente Médio. Exigimos desescalada imediata e pleno respeito ao direito internacional. É hora de retomar o diálogo e alcançar uma solução política duradoura para a região”, declarou o primeiro-ministro espanhol.
Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores, José Manuel Albares, afirmou à X que “a violência só traz caos” e, assim como Sánchez, insistiu que “a desescalada e o diálogo são o caminho para a paz e a estabilidade”.
Sánchez escreveu em sua conta no Twitter que a medida tomada por Washington e Tel Aviv “contribui para uma ordem internacional mais incerta e hostil”, ao mesmo tempo em que condenou as ações do regime iraniano e da Guarda Revolucionária.
“Não podemos nos dar ao luxo de outra guerra prolongada e devastadora no Oriente Médio. Exigimos desescalada imediata e pleno respeito ao direito internacional. É hora de retomar o diálogo e alcançar uma solução política duradoura para a região”, declarou o primeiro-ministro espanhol.
Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores, José Manuel Albares, declarou à X que “a violência só traz caos” e, assim como Sánchez, insistiu que “a desescalada e o diálogo são o caminho para a paz e a estabilidade”.
O próprio Albares pediu aos 158 espanhóis no Irã que deixassem o país.
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