25 de May de 2022
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Estados Unidos, desinformação

Estados Unidos, desinformação

Washington, 13 mar (Prensa Latina) A velocidade com que notícias falsas, não verificadas, rotuladas ou totalmente falsas saíram da Ucrânia foi um lembrete sombrio de que a mídia corporativa dos Estados Unidos e seus aliados ocidentais são ferramentas usadas, por meio da desinformação, em busca de hegemonia.
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De acordo com Jay Caspian Kang, colunista de opinião do The New York Times, está se tornando cada vez mais difícil distinguir uma tentativa deliberada de enganar o público.

Após as eleições de 2016 nos EUA, os gigantes da tecnologia procuraram resolver o problema colocando rótulos em postagens potencialmente prejudiciais.

Um estudo de 2020 descobriu que os filtros desses projetos não conseguiam capturar todas as informações erradas, o que representava uma desvantagem.

“Se você puder identificar apenas, digamos, 20% das informações ruins e rotulá-las como ruins, o que acontece com o resto? Os pesquisadores descobriram que os leitores eram mais propensos a assumir a desinformação não rotulada como confiável”, disse Caspian.

Presumivelmente, dizem os observadores, os Estados Unidos estão tentando construir um público educado e resiliente capaz de detectar e ignorar campanhas direcionadas.

No entanto, o destaque desses esforços é que a maioria das pessoas não sabe realmente como verificar as fontes e a confiabilidade dos dados.

A este respeito, o escritor e jornalista britânico Jonathan Cook publicou que os meios de comunicação ocidentais estão agindo como líderes de torcida para o conflito na Ucrânia.

Isso não surpreende, pois a chamada “quarta potência” nos Estados Unidos, com poucas exceções, tornou-se um elemento nas engrenagens de sua política unipolar de controle do mundo, estimam comentaristas internacionais.

Como parte de sua abordagem do tema, Cook afirmou que no atual conflito, os jornalistas aplaudem as armas das milícias e os cidadãos que fabricam explosivos improvisados, atos quase sempre tratados na categoria de terrorismo.

Não agora, acrescentou, porque esses grupos nacionalistas respondem ao plano planejado.

De repente é sexy fazer tais artefatos, pelo menos se a mídia o considera branco, europeu e “civilizado”; mas, ele argumentou, outros movimentos de resistência, especialmente no Oriente Médio, estão sendo rotulados de criminosos por fazerem a mesma coisa.

O que está acontecendo agora na Ucrânia é um exemplo claro de manipulação nesta área e como uma máquina de desinformação bem lubrificada consegue o que o Ocidente não consegue alcançar no campo de batalha.

(Retirado de Orbe) /ls

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