11 de August de 2022
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Brasil estabeleceu marca histórica de medalhas olímpicas em Tóquio

Brasil estabeleceu marca histórica de medalhas olímpicas em Tóquio

Brasília, 9 ago (Prensa Latina) O Brasil registrou em Tóquio 2020 seu melhor desempenho da história dos Jogos Olímpicos, com 310 representantes, sua maior delegação enviada para este tipo de megaevento esportivo no exterior.
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Com sete medalhas de ouro, seis de prata e oito de bronze (21 no total), a gigante sul-americana ficou em 12ú lugar na competição e subiu um degrau sobre o Rio de Janeiro 2016.

Os 21 pódios ultrapassaram a marca dos 19, imposta em seu estado mais turístico há cinco anos.

Como anfitriã em 2016, a ‘comitiva da verdeamarelha’ ganhou sete pergaminhos dourados, a mesma cifra agora alcançada em Tóquio.

O Brasil chegou ontem, último dia de jogos, na décima segunda posição, mas com possibilidade de subir para a 11ª posição caso conquiste o ouro no vôlei feminino ou no boxe.

Mas ele pendurou apenas duas pratas e foi ultrapassado pelo Canadá, que levantou o ouro no ciclismo. No entanto, esses segundos classificados foram suficientes para que a delegação brasileira passasse à Nova Zelândia e mantivesse a 12ª colocação.

No ranking por número total de medalhas, o Brasil também ficou em 12ú lugar, com 21, três a menos que o Canadá, mas um a mais que Hungria, Nova Zelândia e Coréia do Sul.

A mídia jornalística garante que a nova marca de medalhas foi possível devido à inclusão de novas disciplinas (surf e skate), que não faziam parte do programa Rio 2016.

Além disso, pela melhora no desempenho das mulheres, que subiram ao pódio nove vezes em Tóquio, ante apenas cinco na edição anterior dos jogos.

Foi impressionante que, pela primeira vez em 21 calendários, o laureado brasileiro do vôlei ficou sem ouro. Eles não foram capazes de morder o metal precioso na prancha revestida ou na areia.

Das campeãs olímpicas, Rebeca Andrade, de 22 anos, surpreendeu, ouro e prata na ginástica artística.

Andrade fez história ao pendurar a prata no teste de acumulador máximo no dia 30 de julho e garantir um prêmio inédito.

Porém, no dia 1ú de agosto, a ginasta se superou e se tornou a primeira campeã olímpica do Brasil e da América Latina na modalidade, após conquistar o ouro no cavalo saltador com 15.083 pontos.

A nascida em Guarulhos, na periferia de São Paulo, superou graves lesões no joelho e cirurgias para se classificar para Tóquio e chegar ao momento mais importante de sua carreira nas Olimpíadas.

Uma última intervenção cirúrgica, em 2019, obrigou-a a uma licença de oito meses. Mas o adiamento do evento devido à Covid-19 deu-lhe tempo para recuperar o seu nível.

‘Todo mundo conhece a minha carreira, o que vivi. Acho que, mesmo que não tivesse ganhado a medalha, teria feito história, justamente pelo meu processo de chegar até aqui. Não desista, acredite no seu sonho e se mexa em ‘, disse Andrade.

Ao que parece, os resultados esperados foram dados pelo presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Paulo Wanderley Teixeira, que meses antes disse à Prensa Latina que ‘os Jogos Olímpicos são uma competição única, totalmente diferente de todos os campeonatos em que participam atletas’.

Explicou que, como em 2020 quase todos os eventos foram rescindidos ou adiados, eles não tinham ‘esse parâmetro de avaliação em relação aos nossos concorrentes’.

Ele garantiu que o exercício anterior à grande competição ‘é aquele que permite uma melhor avaliação em relação à fase técnica’.

Porém, esclareceu, ‘pelos resultados acumulados ao longo do ciclo, sabemos que temos condições de superar o desempenho das Olimpíadas Rio 2016’. O Brasil obedeceu.

mem / ocs / ls

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