Na estratégia de três anos, participam, juntamente com a entidade africana, o Fundo Pandêmico, a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e a Organização Mundial da Saúde, que colaboram na proposta.
A chefe da Missão da IGAD em Kampala, Joselyn Bigirwa, afirma que o projeto é oportuno e essencial, dada a crescente frequência e complexidade das emergências de saúde pública no Corno de África.
Bigirwa especificou que o projeto está focado em melhorar as funções transfronteiriças críticas, essenciais para salvaguardar a segurança sanitária regional.
Este marco destaca o compromisso da IGAD em salvar vidas, proteger os meios de subsistência e promover um Corno de África mais seguro e saudável por meio de ações coletivas, destacou um comunicado à imprensa.
A região da entidade africana, composta por Djibuti, Etiópia, Quênia, Somália, Sudão do Sul, Sudão do Sul e Uganda, enfrenta riscos persistentes de surtos de doenças infecciosas com consequências importantes para a saúde pública, socioeconômica e global.
O texto reconheceu que os sistemas de saúde frágeis são continuamente pressionados por epidemias recorrentes, exacerbadas pelos altos níveis de circulação transfronteiriça de pessoas, gado e bens, o que aumenta o risco de transmissão de doenças.
À margem do lançamento, o secretário executivo da IGAD, Workneh Gebeyehu, entregará suprimentos e equipamentos essenciais para a preparação para pandemias ao Ministério da Saúde de Uganda.
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