O grupo afirmou que 28% das mulheres sofreram discriminação no local de trabalho durante a gravidez e 12% foram demitidas ou repreendidas durante a gravidez, apesar da existência de leis de proteção.
O estudo da ORMUSA revelou que 71,9% disseram não se sentir discriminadas por aspectos relacionados à gravidez no local de trabalho, embora outras tenham relatado receber tratamento desigual durante essa fase.
A organização observou que, apesar da existência do problema, a maioria das afetadas não o denunciou. Noventa e três por cento declararam nunca ter apresentado uma queixa formal.
O estudo coletou depoimentos de uma das mulheres afetadas, que afirmou que, após trabalhar em uma empresa onde foi exposta a produtos químicos, perdeu o bebê, que outras colegas também sofreram abortos espontâneos e que seu chefe não tomou nenhuma providência ou lhes deu apoio.
A lei salvadorenha estabelece que as mulheres não podem ser demitidas de seus empregos seis meses após o parto.
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