As operações fazem parte do chamado caso Blackout, decorrente de um relatório da Controladoria sobre danos de mais de US$ 100 milhões ao Estado em contratos com a Corporação Elétrica Equatoriana (CELEC) e empresas como a Progen.
A Procuradoria-Geral da República detalhou que, entre os bens apreendidos nesta quinta-feira, estão residências e escritórios vinculados aos investigados.
Em 28 de julho, também foram realizadas buscas no contexto desta investigação, inclusive na casa de Fabián Calero, ex-vice-ministro de Eletricidade e ex-gerente da Celec (Comissão Nacional de Eletricidade) no governo Daniel Noboa.
Em julho, parlamentares do bloco opositor Revolução Cidadã solicitaram a fiscalização do ocorrido, mas o bloco governista impediu a fiscalização e “virou as costas à fiscalização de um dos piores roubos do Equador”.
A Progen recebeu mais de US$ 80 milhões em adiantamentos para obras de aumento da geração de energia elétrica que deveriam estar operacionais no início de 2025, algo que não ocorreu até o momento.
Enquanto isso, a Controladoria também confirmou que os equipamentos adquiridos da empresa Austral Technical Management não eram novos e que também havia irregularidades nesse contrato.
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