Essa medida foi implementada em 7 de maio, durante o inverno, e estabelecia a remoção obrigatória de pessoas em situação de rua diante do risco de morte por baixas temperaturas.
Desde o início do alerta, foram ocupadas mais de meio milhão de vagas em centros de acolhimento e abrigos do Ministério de Desenvolvimento Social (Mides) e de outras instituições, conforme dados da Presidência e do Sistema Nacional de Emergência.
A estratégia do Mides é manter um plano de atendimento permanente para as pessoas em situação de rua — que, por vezes, geram problemas de convivência com a vizinhança, especialmente aquelas com dependência química ou transtornos mentais.
O Ministério do Interior havia anunciado que intensificaria a aplicação da Lei de Infrações (que pode incluir a internação compulsória) assim que o alerta vermelho fosse encerrado, com foco especial na região central de Montevidéu.
A presença de pessoas dormindo nas ruas é uma realidade cotidiana na capital, cenário que pode se intensificar com o fim do alerta vermelho — período em que equipes multidisciplinares percorriam a cidade para encaminhar cidadãos vulneráveis a abrigos e centros de acolhimento.
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