A implantação operacional da tecnologia de “drones-ninho” aprimora a capacidade operacional, permitindo a decolagem, o patrulhamento, o pouso e a recarga de veículos aéreos não tripulados de forma totalmente remota e automatizada.
Essas vantagens reduzem os tempos de resposta a emergências críticas em todo o território nacional, informa o jornal Diario La R.
A iniciativa é impulsionada pelo Centro de Comando Unificado (CCU), órgão subordinado à Polícia Nacional que coordenou uma intensa semana de treinamento teórico e prático.
Um contingente de 25 policiais concluiu o treinamento especializado para assumir o controle dessas estações autônomas de última geração, que estão estrategicamente posicionadas em diversas unidades táticas e infraestruturas de vigilância.
Bases climatizadas abrigam a aeronave em seu interior, mantendo-a protegida das intempéries e permanentemente conectada a um sistema de recarga rápida.
Em caso de alerta, as portas da estação se abrem automaticamente e o drone decola sem a necessidade de um operador humano estar fisicamente no local. O controle operacional é realizado de forma centralizada a partir dos painéis do Centro de Comando, a quilômetros de distância.
Com autonomia de voo de 40 minutos por ciclo e capacidade de operar sob chuva ou ventos fortes, as aeronaves contam com sistemas ópticos avançados e sensores infravermelhos de visão térmica.
Há três semanas, foi divulgado que o CCU dispõe de drones para apoiar operações policiais, emergências e combate a incêndios, além da vigilância na região metropolitana e na fronteira com o Brasil, explicou o diretor do Centro de Comando Unificado, comissário Víctor Torres, à Comunicação Presidencial.
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