“O governo dos Estados Unidos conduz uma guerra multidimensional e não convencional, que já dura quase sete décadas e que se tornou mais sangrenta e impiedosa nos últimos sete meses”, afirmou na rede social X.
Além disso, denunciou que se somou a isso o cerco energético, equivalente a um bloqueio naval e a um ato de guerra. “Impede-se o acesso de suprimentos de combustível a Cuba, tanto de natureza comercial quanto humanitária, por meio de ameaças diretas, ações coercitivas unilaterais e, inclusive, do assédio ou intimidação de navios-tanque pelos Estados Unidos”, acrescentou Rodríguez.
O ministro das Relações Exteriores da ilha reiterou as frequentes ameaças de agressão militar por parte dos mais altos escalões do governo norte-americano e a descrição, por fontes públicas, de opções e preparativos bélicos.
O representante cubano acrescentou que, além do bloqueio, há ações inéditas de caráter extremamente extraterritorial e o uso de sanções secundárias, que seguem o plano macabro de provocar em Cuba a desestabilização, uma crise humanitária e o apoio a uma intervenção militar imperialista que provocaria um banho de sangue e perdas significativas de vidas cubanas e americanas.
“Cuba não é uma ameaça, o bloqueio sim”, concluiu.
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