O país acordou, há cinco anos, com a notícia da morte do presidente em sua residência; alguns dos executores, presos nos dias seguintes, ainda permanecem na prisão, enquanto outros continuam foragidos, segundo o jornal Le Nouveliste.
Cinco anos depois, parece que o crime tenha ocorrido ontem, enquanto o sistema judiciário continua com suas investigações, interrogatórios, avaliações e análises das provas.
O caso de Jovenel Moïse continua em aberto — ressalta o Le Nouvelliste —, sem que tenha sido marcada a data do julgamento do último presidente eleito do Haiti, razão pela qual os tribunais ainda não proferiram um veredicto.
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