Eles lutaram até a morte em combate desigual contra as tropas americanas, perpetradoras do ataque traiçoeiro de 3 de janeiro, que visava realizar o sequestro ilegal do presidente constitucional da República Bolivariana, Nicolás Maduro, declarou o embaixador cubano.
O diplomata também se referiu às implicações desse ato criminoso sem precedentes e à impunidade com que a soberania da Venezuela foi violada, o que contradiz os princípios e direitos consagrados na Carta das Nações Unidas.
Os presentes também foram alertados para as graves ameaças que pairam sobre a comunidade internacional devido às intenções hegemônicas declaradas e às doutrinas belicistas que buscam impor a paz pela força.

Esses atos, enfatizou Viant, também colocam em risco a Declaração da América Latina como Zona de Paz, o que teria consequências diretas para a estabilidade regional e global.
“Diante das graves e diretas ameaças que pairam sobre Cuba hoje, a unidade se fortalece como arma estratégica, com a convicção de que seu povo enfrentará cada desafio com dignidade e compromisso”, afirmou o embaixador, antes de reiterar que agora, mais do que nunca, a ilha continuará sendo um exemplo de resiliência e solidariedade.
Da mesma forma, ele evocou o espírito, a ação e a firmeza do General Antonio Maceo, do Herói Nacional José Martí, no 173º aniversário de seu nascimento, e do líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, cujo centenário é comemorado este ano.
Na cerimônia, que contou com a presença do Vice-Presidente da Assembleia Nacional (Parlamento) e chefe da Associação de Amizade Laos-Cuba, Chaleune Yiapaoheu, bem como representantes do Partido Popular Revolucionário (PPRL) e outras instituições, foi observado um minuto de silêncio em homenagem aos 32 heróis cubanos.
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