Segunda-feira, Janeiro 19, 2026
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EUA: diminui apoio a Trump em relação às políticas de imigração

Washington, 19 jan (Prensa Latina) Mais americanos agora acreditam que o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) está agindo com muita severidade e que o programa de deportação do presidente Donald Trump não visa apenas criminosos perigosos.

De acordo com as pesquisas mais recentes, após o assassinato de Renee Good, uma mãe de três filhos de 37 anos, por um agente do ICE em Minneapolis, e outro tiroteio envolvendo um agente da mesma agência federal que feriu um imigrante venezuelano na perna na mesma cidade, o apoio geral ao programa de deportação diminuiu.

Há uma mudança na percepção sobre quem são os alvos do programa de deportação, porque cada vez mais pessoas aqui acreditam que o governo não está priorizando criminosos perigosos e que agora qualquer pessoa pode cair nas mãos do ICE.

Em geral, uma pequena maioria acredita que o ICE está tornando as comunidades onde opera menos seguras, muito mais do que aqueles que acreditam no contrário.

O plano de deportação de Trump, no início de seu segundo mandato, foi inicialmente bem recebido, mas as opiniões se dividiram e, após a tragédia em Minneapolis, a aprovação dessa política caiu para o nível mais baixo dos últimos 12 meses.

Um ano depois, poucos nos Estados Unidos sentem que as políticas de Trump os beneficiaram; na verdade, mais pessoas acreditam que sua situação não é a mesma, mas pior.

Ansiedade, insatisfação e cansaço são algumas das variáveis ​​que dominam a análise da CBS News/YouGov, publicada neste domingo, na qual, segundo as estatísticas, 59% desaprovam o desempenho do presidente republicano. Contudo, Trump manteve índices de aprovação sólidos entre sua base republicana (especialmente os apoiadores do MAGA) ao longo do último ano, mas, ao mesmo tempo, sofreu quedas entre eleitores independentes e jovens, entre outros.

Amanhã, 20 jan, marca o primeiro aniversário do retorno de Trump ao Salão Oval após derrotar sua rival democrata, a então vice-presidente Kamala Harris, na eleição de novembro de 2014. Os republicanos também garantiram a maioria no Congresso, controlando tanto a Câmara dos Representantes quanto o Senado.

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