O Ministério da Saúde do enclave costeiro afirmou em um comunicado à imprensa que equipes de resgate já recuperaram 699 corpos dos escombros.
O ministério especificou que, no total, desde o início da agressão contra Gaza, em outubro de 2013, as Forças Armadas de Israel mataram 71.409 palestinos e feriram outros 171.304.
Neste sábado, o exército continuou seus ataques contra a região, apesar do cessar-fogo em vigor.
Segundo a mídia palestina, helicópteros de ataque e veículos blindados abriram fogo contra a cidade de Rafah, no sul do território.
As forças israelenses também bombardearam as cidades de Deir al-Balah e Khan Younis, bem como o campo de refugiados de Jabalia, nas primeiras horas da manhã, informou a agência de notícias Safa.
A Cidade de Gaza, a mais populosa do território, foi novamente alvo de fogo militar israelense.
Diante dessa situação, o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) condenou ontem os contínuos ataques israelenses à Faixa de Gaza, alertando que representam uma escalada perigosa e uma violação flagrante do acordo de cessar-fogo vigente.
O objetivo dessa estratégia é renegar seus compromissos e interromper a transição para a segunda fase do acordo, afirmou o grupo islâmico em um comunicado à imprensa.
Diante dessa situação, o Hamas pediu aos países que mediam e garantem o acordo de trégua que condenem tais violações, “supervisionadas pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu sob pretextos frágeis e fabricados”.
Ele também pediu pressão sobre Israel para obrigar seu governo a cumprir os termos do acordo, incluindo a reabertura da passagem de fronteira de Rafah em ambos os sentidos e a entrada maciça de ajuda humanitária para os habitantes de Gaza.
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