Membros desta organização social entregaram uma carta endereçada ao embaixador cubano no Panamá, Orestes Pérez, e ao chefe da representação consular venezuelana, Julio Chávez, condenando os ataques vis contra a nação sul-americana, nos quais cidadãos de ambos os países perderam a vida.
“Em um dia fatídico para a humanidade, 32 cidadãos cubanos, soldados internacionalistas, tornaram-se mártires da Grande Pátria, cumprindo seus deveres com honra e dignidade em defesa da soberania das nações, enquanto demonstravam solidariedade e apoio ao povo venezuelano”, enfatiza a carta.
A mensagem acrescenta que, juntamente com eles, militares e civis venezuelanos também perderam a vida como consequência direta dessa agressão imperialista, demonstrando mais uma vez que a Revolução Bolivariana não está sozinha e que seu povo está preparado para resistir e vencer.
Para a Frenadeso, esses crimes não são incidentes isolados. Fazem parte de uma política sistemática de guerra, desestabilização, bloqueio, ameaças e chantagem promovida pelo imperialismo estadunidense, agora novamente liderado por Donald Trump e sua comitiva de falcões, milionários e criminosos de guerra, que intensificaram suas ameaças contra a Venezuela, Cuba e outros governos e povos soberanos da região.
Nesse sentido, a Frenadeso denunciou a escalada das hostilidades como uma grave violação do direito internacional, da autodeterminação dos povos e dos princípios consagrados na Proclamação de Havana de 2014, que declarou a América Latina e o Caribe uma Zona de Paz.
“Do Panamá, elevamos nossas vozes para honrar a memória dos caídos, compartilhar a dor de suas famílias e reafirmar que seu sacrifício não será em vão. Seu exemplo fortalece a luta por um mundo multipolar, justo e equitativo, livre da dominação colonial e neocolonial”, enfatiza o documento.
A Frenadeso também convocou os movimentos sociais, sindicatos, organizações de base e forças revolucionárias e democráticas da região e do mundo a intensificarem suas denúncias, aumentarem as mobilizações de solidariedade e permanecerem vigilantes contra as ameaças do imperialismo estadunidense contra a Venezuela, Cuba e os povos da nossa América.
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