Em declarações à emissora de notícias síria Ikhbariya TV, o funcionário explicou que Israel “busca provocar o Estado sírio com incursões calculadas” e especificou que a posição de Damasco se baseia em evitar ceder às “pretensões de Tel Aviv” de iniciar um confronto direto.
“A arrogância e a sensação de impunidade estão cegando Israel”, acrescentou.
Durante uma visita à área afetada, Al-Mustafa pediu à imprensa que cobrisse a agressão e mostrasse ao mundo “a resiliência dos moradores”, além de expressar sua solidariedade ao Estado sírio.
Ele reiterou o apoio total do governo à população e seu compromisso de acompanhá-la “em todas as circunstâncias”.
As declarações do ministro surgem após uma patrulha israelense ter invadido a vila de Beit Jinn, a oeste de Damasco, um incidente que levou a um confronto com os moradores e deixou seis soldados israelenses feridos, incluindo três oficiais.
Minutos após o confronto, Israel lançou um ataque aéreo contra a cidade, matando 15 civis, incluindo mulheres e crianças, e ferindo cerca de 25 pessoas, de acordo com dados do Ministério da Saúde sírio.
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