Treze ciclones tropicais se formaram, todos eles nomeados tempestades, ao atingirem a categoria de tempestade tropical.
Cinco se transformaram em furacões e quatro atingiram grande intensidade.
Os registros deste ano mostram que três desses furacões intensos atingiram a categoria mais alta, algo que só havia acontecido antes em 2005, quando quatro furacões alcançaram esse nível.
Erin, Humberto e Melissa, devido à intensidade de seus ventos, atingiram a categoria cinco, ou máxima, na escala Saffir-Simpson.
Melissa é considerado o furacão mais poderoso e destrutivo de 2025 e, historicamente, o terceiro pior já registrado no Atlântico, atrás de Gilbert (1988) e Wilma (2005).
A força do furacão Melissa ao passar pelo Caribe teria produzido uma rajada de vento de 405 km/h, classificada por especialistas como a mais intensa já registrada na bacia do Atlântico e a segunda mais intensa em todo o mundo.
Esse fenômeno deixou um rastro de destruição no Caribe e causou grandes danos na Jamaica, em Cuba, no Haiti e na República Dominicana.
O primeiro ciclone formado foi Andrea, em 23 de junho, e a temporada também registrou 13 depressões e o mesmo número de tempestades.
Em julho, a tempestade tropical Chantal afetou a costa leste dos Estados Unidos e, em agosto, formou-se o poderoso furacão Erin.
Após uma pausa, a atividade ciclônica foi reativada em meados de setembro com o furacão Gabrielle no Atlântico central, seguido pelos furacões Humberto e Imelda, que afetaram significativamente as ilhas Bermudas.
Humberto e Imelda coincidiram no tempo e em sua passagem perto das Bermudas, a uma curta distância um do outro.
Em resumo, as tempestades que se formaram em 2025 foram Andrea, Barry, Samantha, Dexter, Erin, Gabrielle, Humberto, Imelda, Jerry, Karen, Lorenzo, Fernand e Melissa.
A mídia estadunidense destaca, entre as peculiaridades desta etapa, o fato de que, pela primeira vez em uma década, o país termina sem nenhum impacto significativo de furacões em terra.
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