Segundo informou hoje a Presidência congolesa, o encontro decorreu na véspera durante mais de uma hora à porta fechada, antes de se estender às delegações de funcionários e especialistas de ambos os países.
Entre os temas em discussão estavam a cooperação no setor de mineração, o intercâmbio de informações financeiras relacionadas à lavagem de dinheiro, os principais crimes associados ao financiamento do terrorismo, bem como a cooperação entre o Banco Central dos EAU e o Banco Central da RDC.
Eles também abordaram a conclusão, antes do final do ano, do acordo de livre comércio, embora entre 2023 e 2025 o intercâmbio comercial entre as duas nações tenha aumentado 27%.
Ambas as partes consideraram pertinente organizar um fórum EAU-RDC para que a RDC promova diversos projetos que requerem financiamento, bem como dialogaram sobre a ratificação de um acordo de serviços aéreos.
O projeto de construção no Corredor de Lobito, a cargo do Grupo Portuário de Abu Dhabi, que inclui dois portos secos e duas rodovias: uma que liga Kolwezi a Dilolo e outra que atravessa a RDC até a Zâmbia, também estava na agenda.
A delegação dos Emirados anunciou que pretende investir também nos portos de Matadi e Boma.
As partes também abordaram a colaboração entre a Academia Diplomática Anwar Gargash/EAU e a Academia Diplomática Congolesa.
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