Nascido em Zagarolo, perto de Roma, em 1937, Pizzi iniciou sua carreira profissional na década de 1960 e desenvolveu uma extensa trajetória como fotógrafo de imprensa e repórter gráfico.
Durante seus primeiros anos, realizou trabalhos para a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), incluindo reportagens em países como Irã, Iraque, Turquia, Síria e Jordânia.
Posteriormente, concentrou grande parte de sua atividade em Roma, onde fotografou, durante décadas, figuras do cinema, da política, do mundo dos negócios e da aristocracia, além de registrar acontecimentos relevantes da vida pública italiana, informou a agência Ansa.
Seu acervo inclui imagens de personalidades da chamada “Dolce Vita”, entre elas Elizabeth Taylor e Richard Burton, bem como de inúmeros protagonistas da política italiana e de diferentes etapas da história contemporânea do país.
Pizzi também esteve entre os fotógrafos que documentaram eventos de grande repercussão nacional, como o sequestro de Aldo Moro em 1978, e trabalhou para publicações italianas e estrangeiras, entre elas a Time, a People Magazine e a Sunday Express Magazine.
Nas últimas décadas, seu nome ficou associado ao registro da vida social romana e à colaboração com o Dagospia, onde suas fotografias deram origem, juntamente com Roberto D’Agostino, aos projetos editoriais Cafonal e Ultracafonal.
Em seus últimos anos, colaborou com o Il Fatto Quotidiano. A imprensa italiana destacou nesta terça-feira o valor de seu acervo fotográfico como testemunho de mais de meio século de transformações na sociedade e na vida pública do país.
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