“Continuaremos adotando as medidas necessárias para impedir o transporte marítimo de armas e munições destinadas às forças armadas ucranianas”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores em um comunicado divulgado nesta terça-feira em seu site oficial.
Moscou acrescentou que “a responsabilidade total pelas consequências recai sobre o regime do presidente ucraniano, Vladimir Zelenski, e seus aliados ocidentais”.
Desde 24 de fevereiro de 2022, a Rússia vem realizando uma operação militar especial na Ucrânia, cujos objetivos, segundo o presidente Vladimir Putin, são proteger a população de Donbass de “um genocídio por parte do regime de Kiev” e conter os riscos à segurança nacional representados pelo avanço da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em direção ao leste.
A Ucrânia recebe apoio militar da OTAN, o bloco militar liderado pelos Estados Unidos e do qual fazem parte o Reino Unido e a maioria dos países da União Europeia.
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