Segunda-feira, Agosto 31, 2026
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No Uruguai também Sempre é 26

Montevidéu, 27 jul (Prensa Latina) O slogan cubano “Sempre é 26” se repete no Uruguai, onde hoje está convocada a celebração pelo Dia da Rebeldia Nacional na ilha caribenha.

Por Orlando Oramas León

Foto: Rosa Mesa

Será o ato central após várias comemorações do 73º aniversário dos assaltos aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, liderados pelo líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, em 26 de julho de 1953.

Artigos de imprensa, mensagens nas redes, panfletos e cartazes nas ruas fazem alusão à data e à solidariedade com Cuba.

O semanário *El Popular*, do Partido Comunista do Uruguai (PCU), dedicou espaços privilegiados à efeméride, incluindo um artigo assinado pela embaixadora cubana, Lissett Pérez.

A vigência do pensamento do líder histórico da Revolução Cubana se confirma nesses textos, e também no discurso proferido pelo secretário de Relações Internacionais do PCU, Juan Castillo, em ato prévio na sede de um comitê seccional da Frente Ampla em Canelones.

Fidel Castro é paradigma do revolucionário e da lealdade aos princípios políticos, expressou Castillo, que atua como ministro do Trabalho e Segurança Social.

VETERANOS DA SOLIDARIEDADE

Na véspera, a gesta cubana foi rememorada por veteranos lutadores políticos uruguaios, exilados durante a ditadura, aos quais Cuba ofereceu pátria.

Entre eles há ex-presos políticos e vários que se formaram como profissionais em universidades da ilha antilhana.

Fernando se formou engenheiro civil, sua esposa em telecomunicações. Oscar Silva obteve o título de bacharel em Jornalismo na Universidade de Oriente, para mencionar alguns.

Entre eles estava Estrella Castera, que teve em Cuba anos de liberdade após passar 13 anos como prisioneira política da ditadura que imperou neste país.

Hoje, o teatro *El Galpón* será o palco de celebração da efeméride cubana.

Está convocada pelo Comitê Anti-imperialista Uruguaio de Solidariedade com Cuba e os Povos do Mundo, integrado por organizações políticas e sociais.

Desde antes foram distribuídos panfletos, estendidas faixas e pintados murais que convocam para o encontro e para a solidariedade com Cuba.

Enquanto isso, em Maldonado, departamento ao leste daqui, dão-se os últimos retoques para inaugurar amanhã a Casa de Solidariedade com Cuba, outro gesto para confirmar que a ilha antilhana sob cerco está acompanhada aqui.

mar/ool/bm

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