Fontes oficiais divulgaram a notícia em meio à comoção causada pelo acidente ferroviário ocorrido na noite passada em Ademuz, Córdoba, Andaluzia, no sul da Espanha.
Entre os feridos graves estão quatro menores, enquanto a investigação continua no local do acidente, conduzida pelo Instituto de Medicina Legal de Córdoba, o Centro de Integração de Dados e especialistas do Serviço de Criminalística da Guarda Civil.
O incidente ocorreu às 19h39, horário local, quando um trem da Iryo com destino a Madri, transportando 317 pessoas, descarrilou seus três últimos vagões e invadiu a linha férrea adjacente.
Naquele exato momento, outro trem da Renfe Alvia, que seguia para Huelva, também descarrilou. O trem Iryo colidiu com dois vagões do Alvia, que foram arremessados e despencaram por um barranco de aproximadamente quatro metros de altura.
O Ministro dos Transportes, Óscar Puente, explicou que os últimos vagões do trem Iryo descarrilaram em Adamuz e invadiram a linha férrea oposta, onde circulava um trem de alta velocidade da Renfe, a principal companhia ferroviária da Espanha.
Ele afirmou que uma investigação minuciosa do acidente será realizada, o que considerou incomum, visto que os trens são de fabricação recente e houve um investimento substancial nos trilhos há pouco tempo. O primeiro-ministro Pedro Sánchez suspendeu sua agenda de segunda-feira, incluindo uma reunião que havia marcado com o líder da oposição, Alberto Núñez Feijóo, chefe do Partido Popular (PP), que por sua vez pediu ao primeiro-ministro que cancelasse o encontro.
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