O mandatário voltou ao país vindo da capital paraguaia, onde participou da assinatura do tratado comercial que foi negociado durante mais de 25 anos.
Ele definiu o acordo como “uma luz na escuridão” e “um sinal para o mundo” em um momento de “mudanças” e fragmentação, quando “o multilateralismo está em declínio e as economias se fecham”.
“Um sinal desse tipo, em que mais de 750 milhões de habitantes se envolvem em um acordo entre duas alianças”, disse ele em entrevista coletiva.
“Para a nossa escala, a integração é mais do que importante. Se em algum momento duvidamos do Mercosul, acho que fica claro que é a alternativa necessária ou uma oportunidade que não podemos deixar passar”, afirmou.
Ele se pronunciou a favor da modernização do bloco sul-americano e opinou que o acordo com a UE “nos obrigará a isso”.
Orsi adiantou que, após a assinatura do acordo, será iniciado um processo que passará pelos parlamentos dos diferentes países que integram este acordo e manifestou-se a favor de “acelerar o processo legislativo”.
Ele disse que esse será um momento de análise e reconheceu que sindicatos e empresários uruguaios têm levantado preocupações sobre as vantagens e desvantagens do acordo.
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