A seleção guatemalteca enfrentará o Canadá amanhã em um amistoso no Estádio BMO, em Los Angeles, um jogo que lembra a partida disputada no final de junho de 2025, durante a Copa Ouro, na qual a Guatemala saiu vitoriosa nos pênaltis.
O técnico da seleção trouxe uma combinação de juventude e experiência para um elenco reduzido a 20 jogadores ontem, sem os jovens Héctor Prillwitz, do bicampeão Antigua GFC, e Marcelo Hernández, do Xelajú FC, que viajaram para os Estados Unidos.
Nesta sexta-feira, a equipe passará por um programa de condicionamento físico para garantir que esteja em plena forma para a partida, após apenas quatro dias de preparação e o último jogo em novembro de 2025, em sua tentativa frustrada de se classificar para o torneio deste ano.
O talentoso Marvin Ávila Jr., que foi transferido para o São Paulo FC no início de novembro, e Widvin Tebalán, lateral-esquerdo ou zagueiro com grande potencial, provavelmente farão suas estreias pela equipe.
Durante uma coletiva de imprensa na última quarta-feira, Tena reconheceu que a eliminação do próximo evento mundial foi um duro golpe para todos.
“Acho que senti mais por causa da evolução da equipe. Trabalhar duro por quatro anos e ficar aquém é algo que ainda dói”, enfatizou.
“Decidimos ficar porque buscamos a redenção. Nunca duvidamos que este era o nosso lugar, que não podíamos desistir e que tínhamos que continuar, acontecesse o que acontecesse”, comentou.
“Decidimos ficar porque queremos vingança. Nunca duvidamos que este era o nosso lugar, que não podíamos desistir e que tínhamos que continuar, acontecesse o que acontecesse”, enfatizou.
“Decidimos ficar.” “O nosso objetivo é sempre melhorar, tanto individualmente como coletivamente. Procuramos jogadores melhores e lapidamos os mais jovens, ao mesmo tempo que nos concentramos nos jogadores mais experientes”, explicou o treinador.
“Vamos fazer uma mudança geracional aos poucos, com uma mistura de jogadores experientes e jovens”, argumentou.
“Há muita qualidade em ambos os lados e hoje estamos muito otimistas quanto ao futuro da nossa seleção, porque descobrimos e lapidamos jogadores que nos dão uma base muito sólida, com uma competição saudável”, afirmou.
“A ideia é conhecê-los, para que compreendam o nosso estilo de jogo, para que se integrem com os colegas e se sintam parte da equipa”, explicou o treinador.
“Queremos que eles participem das partidas, joguem bastante e se integrem à estrutura que já temos”, enfatizou.
Ele confirmou que seu salário foi reduzido: “Ninguém gosta disso, mas eu aceito. Entendo que a receita será menor e que não haverá tantos jogos, mas ainda estamos felizes”.
“Com mais ou menos dinheiro, mas com o mesmo objetivo de ir passo a passo e preparar esta equipe para as competições que teremos até podermos lutar novamente pela classificação para a Copa do Mundo”, afirmou o treinador.
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