Após um minuto de silêncio, como parte da homenagem aos bravos homens na embaixada cubana em Nova Délhi, rosas vermelhas foram depositadas em um pedestal simbólico guardado pela bandeira nacional.
O embaixador cubano, Juan Marsán, destacou as manifestações de respeito e orgulho demonstradas pelo povo por seus compatriotas que morreram em missões internacionalistas, que, segundo ele, continuarão nesta sexta-feira com uma marcha de repúdio às ameaças dos Estados Unidos.
O diplomata afirmou que essa resposta do povo cubano também demonstra seu apoio à Revolução e seus líderes, à unidade na ilha caribenha, e é também uma prova da condenação do povo cubano a qualquer tentativa de agressão contra o país.
Por sua vez, a Primeira Secretária Maiky Díaz referiu-se à gloriosa história de internacionalismo de Cuba, um dos princípios da Revolução da ilha.
Ela enfatizou que cada um desses heróis, que serão lembrados com orgulho e amor, honra a máxima de Martí: “Pátria é humanidade”.
A Segunda Secretária da missão, Guadalupe Frómeta, afirmou que a dor de perder um ente querido é muito maior quando se conhece o seu rosto.
Ela acrescentou que esse tipo de situação reforça o sentimento patriótico, dá mais força para lutar em defesa da soberania e inspira a dar tudo pela Revolução nas trincheiras.
“A Revolução nos deu, aos humildes, a possibilidade de emancipação e nos deu todos os direitos; por isso, é o nosso bem mais precioso”, enfatizou.
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