Na tradicional coletiva de imprensa de segunda-feira, o líder político comentou os eventos de 3 de janeiro, incluindo os atentados que deixaram mais de 100 civis e militares venezuelanos e 32 cubanos mortos, e o sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores.
Cabello afirmou que isso causou indignação entre os venezuelanos e “imensa dor”.
Ele enfatizou que muitos dos mortos eram civis que não tinham nenhuma ligação com o conflito e “foram atingidos por uma terrível explosão que lhes tirou a vida”.
Ao comentar sobre a reabertura das embaixadas em Washington e Caracas, o membro do Bureau Político do PSUV explicou que “isso nos permitirá ter representação consular para continuar cuidando da saúde de Nicolás e Cilia”.
Dias antes, foi noticiado que uma delegação dos EUA chegou à capital e uma delegação venezuelana viajou aos Estados Unidos para explorar possibilidades de reabertura de suas respectivas embaixadas.
O líder do PSUV reafirmou o apoio do partido às decisões da presidente interina Delcy Rodríguez.
“O Partido Socialista Unido da Venezuela apoia integralmente o governo e as decisões que a camarada Delcy precisa tomar”, enfatizou.
Cabello afirmou que, conforme estabelecido pela Constituição, existe um governo na República Bolivariana que reconhece Nicolás Maduro como presidente eleito, mas ele foi sequestrado e, em resposta, Rodríguez assumiu a presidência.
O Secretário-Geral do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) afirmou que seu país permanecerá mobilizado e firmemente determinado a “continuar avançando a Revolução com Bolívar como nosso princípio orientador, onde reside a razão de tudo, porque as lutas daquele tempo são a razão das lutas de hoje contra aqueles que buscam se apropriar de nossos recursos naturais”.
Ele também conclamou o povo a se concentrar na verdade do que está acontecendo no país e a garantir que ninguém “nos desvie do caminho da Revolução Bolivariana; sigamos por este caminho, buscando calma e tranquilidade”, declarou.
O Ministro do Interior, Justiça e Paz afirmou que a Venezuela defende seu direito à liberdade, sua soberania e exige que o mundo cesse a interferência daqueles que se consideram poderosos.
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