Em comunicado público, a Plataforma condenou o bombardeio americano de diversas áreas da capital venezuelana e de outros estados, bem como o sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, eventos que resultaram na morte de aproximadamente cem pessoas.
A Somos Patria expressou sua solidariedade às famílias das vítimas e ao povo venezuelano e denunciou a violação da soberania da nação bolivariana.
O grupo destacou que a agressão contradiz a decisão da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), que declarou a região território de paz, e alertou que suas consequências para a estabilidade hemisférica são “difíceis de avaliar”.
A declaração também alertou para ameaças contra a integridade política do Hemisfério Ocidental, especialmente contra o México, a Colômbia e a Dinamarca, no âmbito de uma doutrina que descreveu como “obsoleta” e trazida para o século XXI pelo presidente Donald Trump.
A plataforma também questionou as declarações do presidente equatoriano Daniel Noboa e seus apoiadores que endossam a ação dos EUA, argumentando que elas violam princípios consagrados na Constituição equatoriana, ratificada em referendos populares em 2008 e 2025.
“Nossa pátria é digna e soberana, mesmo com sua má governança. Guerra e colonialismo não foram, nem jamais serão, nossas bandeiras”, enfatizou a declaração.
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