O valor referente a dezembro passado foi de US$ 2,24 bilhões, um aumento de US$ 300,5 milhões, ou 15,5%, em comparação com o mesmo mês do ano anterior, explicou o presidente do Banco Central, Álvaro González, citado pelo jornal Prensa Libre.
Essa tendência confirma que as remessas são um dos motores da economia nacional, destacando a dependência do país dessa variável, acrescentou a reportagem.
Afirmou ainda que mais de seis milhões de pessoas recebem esses fundos em moeda estrangeira, principalmente em áreas rurais, e que uma parte também é destinada a investimentos.
Além disso, ele observou que, em 2025, as remessas para a Guatemala atingiram uma renda média diária de US$ 100 milhões pela primeira vez, enquanto a média mensal foi de US$ 2,1275 bilhões, superando os US$ 1,792 bilhão de 2024.
Os dados indicam que as transferências de dinheiro variam sazonalmente, com aumentos associados a feriados como a Semana Santa, o Dia das Mães, o Dia dos Pais, o Dia de Todos os Santos e um aumento notável durante as festividades de Natal e Ano Novo.
O Banco da Guatemala enfatizou que o país dobrou o valor das remessas recebidas nos cinco anos desde 2019, atingindo US$ 10 mil 5083 bilhões naquele ano.
Este país lidera na América Central e é o segundo na América Latina, depois do México, com a República Dominicana em terceiro e a Colômbia em quarto. As estatísticas de migração revelaram que aproximadamente 2,8 milhões de guatemaltecos residiam nos Estados Unidos, representando 92,3% dos residentes do país no exterior.
Com a entrada em vigor do imposto de um por cento sobre remessas enviadas dos Estados Unidos no dia 1º, as autoridades alertaram que isso poderia gerar medo e levar ao uso de canais informais.
O presidente Bernardo Arévalo afirmou no início de julho de 2025 que essa medida “não é conveniente” para a Guatemala.
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