Nascido em 30 de dezembro de 1941, sua vida esteve entrelaçada com a história da ilha desde os 16 anos, quando ele e seu pai, Osvaldo Medina, fundaram o Quinteto Rebelde em 14 de maio de 1958, na Serra Maestra, no leste de Cuba.
O grupo contou com o apoio do Comandante-em-Chefe Fidel Castro e da heroína Celia Sánchez e se apresentou na Rádio Rebelde durante o conflito armado para derrubar a ditadura de Fulgencio Batista (1952-1959).
A casa de Eugenio Medina na zona rural de La Plata serviu como ponto de trânsito para o Posto de Comando, e ele próprio participou de batalhas como Santo Domingo, Sabicú e El Jigüe, convicto do poder ideológico da música na luta insurrecional, afirmou o Instituto Cubano de Música (ICM) em mensagem de condolências à família do artista.
Após o triunfo da Revolução em 1º de janeiro de 1959, ele assumiu a liderança do Quinteto Rebelde, destacou-se como líder sindical e participou da campanha internacionalista em Angola, acrescentou a instituição.
Por sua trajetória artística, Medina recebeu inúmeros prêmios, incluindo a Medalha Raúl Gómez García, a Distinção Nacional de Cultura, a Medalha de Combatente da Revolução Cubana e o Prêmio Nacional Memória Viva de 2016.
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