Após afirmar ser crítico do presidente Nicolás Maduro, agora sequestrado, ele acrescentou que a agressão americana foi “a coisa mais grave que aconteceu ao continente neste século”.
Ele acrescentou que, em resposta ao ocorrido, a mídia peruana “celebrou as ações selvagens” dos Estados Unidos.
Hildebrandt também afirmou que na América Latina há quem reaja dessa forma à agressão americana, “como se não fôssemos países soberanos, mas campos, reservas apaches, terras sem dignidade, títulos ou direitos”.
Em relação a esses setores, ele observou que existe uma “vocação colonial na região que nunca deixará de surpreendê-lo e, nos setores mais conservadores, uma enorme capacidade de aceitar a servidão”.
Ele também se referiu ao tabloide Perú.21, que publicou uma galeria de fotos de candidatos parlamentares às próximas eleições de abril que fizeram comentários rejeitando os atentados e o sequestro do presidente Nicolás Maduro, e pediu um boicote às suas candidaturas.
O jornal, acrescentou, está, portanto, tentando promover votos para aqueles que aplaudiram a agressão imperialista contra a Venezuela, e afirmou ainda que essa é a natureza da imprensa e da direita peruana, caracterizada por sua “submissão, mentalidade colonial e propensão a seguir a multidão”.
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