De acordo com o secretário técnico do Gabinete da Presidência e coordenador geral dos Programas de Bem-Estar, Carlos Torres, tais iniciativas beneficiarão 42,9 milhões de cidadãos em 2026, incorporando mais 10 milhões.
“Nunca antes o Estado havia alcançado tantas pessoas de forma direta e sem intermediários”, destacou o funcionário, acrescentando que esse crescimento contempla a incorporação de mais de sete milhões de famílias com alunos do ensino fundamental.
Dessa forma, precisou, cumpre-se o compromisso da presidente Claudia Sheinbaum de que todas as crianças das escolas públicas tenham o apoio do governo.
Ele destacou o aumento sustentado do investimento social nos últimos anos, o que “foi possível graças a uma gestão honesta dos recursos públicos e a uma arrecadação justa e eficiente que permite devolver ao povo o que é do povo”.
“Mas, além dos números”, observou, “o mais importante é o que esses programas significam na vida cotidiana: tranquilidade para as famílias, apoio para aqueles que mais precisam e a certeza de que o bem-estar é um direito, não um privilégio”.
Como parte de um Estado de bem-estar social “que vem crescendo, se consolidando e se ampliando” a cada ano, ele mencionou as aposentadorias, as bolsas de estudo, os projetos destinados aos jovens e outros voltados para a saúde, o apoio ao campo ou a melhoria da habitação.
Torres acrescentou que tais iniciativas, em conjunto, são o cerne da política social do governo e a base da Quarta Transformação, porque “colocam as pessoas no centro, reconhecem direitos e transformam vidas”.
lam/las/mb





