A marcha percorreu as ruas da cidade portuária com a participação de membros de grupos sociais, trabalhistas e políticos.
Os manifestantes denunciaram a agressão dos Estados Unidos contra a Venezuela no último sábado, que descreveram como uma violação da soberania do país, e se manifestaram contra o sequestro do presidente Nicolás Maduro, bem como contra as mortes de civis e a destruição de casas.
Eles também expressaram sua rejeição ao que consideram tentativas de Washington de se apropriar dos recursos naturais da Venezuela.
Entre as organizações participantes estava a Frente Unida para Vencer, que nas redes sociais se referiu ao ataque como um “ultraje imperialista do governo Donald Trump contra o povo bolivariano da Venezuela”. O grupo afirmou que “os Estados Unidos destruíram todas as normas internacionais de coexistência pacífica em nossa região, e isso deve ser rejeitado”.
“Roubar descaradamente as matérias-primas de uma nação irmã é imperdoável”, declarou a Frente.
Governos e cidadãos de diversos países condenaram o ataque; no entanto, o governo equatoriano, liderado por Daniel Noboa, apoiou a agressão estadunidense, uma atitude criticada pela sociedade civil.
Como parte dos protestos, um “protesto anti-imperialista” organizado por grupos sociais está previsto para esta tarde na Praça Abraham Lincoln, na zona norte de Quito, como um apelo à paz e ao respeito pela soberania das nações.
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