Em um comunicado, a organização sub-regional fez essas declarações após as forças militares dos EUA atacarem o território da nação sul-americana no último sábado e sequestrarem o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores.
No documento, o bloco de 15 nações-membro da CEDEAO também expressou seu apoio ao povo venezuelano, “enquanto constrói o futuro de seu país por meio de um processo inclusivo”.
Nesse contexto, argumentou que, de acordo com a Carta das Nações Unidas, os Estados devem se abster da ameaça ou do uso da força contra outras nações.
Diversos países africanos, incluindo Namíbia, Burkina Faso, Libéria, Chade, Angola, Níger, Gâmbia e Burundi, enviaram mensagens de apoio à República Bolivariana da Venezuela, segundo declarações do Ministro das Relações Exteriores, Yván Gil.
Especialistas políticos também consideram a Venezuela vítima de ataques dos EUA devido aos seus recursos naturais, como o petróleo, e à sua posição geopolítica privilegiada.
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