Em comunicado, o partido também manifestou seu apoio ao Governo Revolucionário; ao Presidente Miguel Díaz-Canel; ao General do Exército Raúl Castro; e às Forças Armadas Revolucionárias (FAR) de Cuba.
Com profunda tristeza e indignação, o histórico partido de esquerda da Guatemala presta sua sincera homenagem aos 32 heróicos soldados cubanos que, no cumprimento do dever, designados pelas FAR e pelo Ministério do Interior, defenderam o território venezuelano em missões de cooperação e defesa.
Nas primeiras horas do último sábado, eles tombaram lutando contra as forças fascistas do exército imperialista dos Estados Unidos durante o ataque militar que essas forças realizaram contra a Venezuela, violando sua soberania e todas as normas do Direito Internacional, lembrou.
A República Socialista de Cuba, fiel aos seus valores e princípios internacionalistas, historicamente ofereceu solidariedade e apoio a muitos povos do mundo de diversas maneiras, descreveu.
Ele destacou ainda que isso incluiu o derramamento do sangue de valiosos compatriotas, bem como de combatentes e civis de outros países, com o propósito de defender a justiça, a dignidade, a soberania e a paz para nossos povos.
Em relação à agressão do dia 3, a URNG, em mensagem anterior, descreveu os eventos como graves e um momento decisivo, afirmando que “são o início de uma guerra colonial de agressão que busca mudar à força as regras do jogo no mundo, atropelando todo o direito internacional construído após séculos de luta”, explicou.
Da Guatemala, uma nação que carrega em sua memória histórica as profundas feridas da intervenção estrangeira, ela ergueu a voz com a autoridade moral de quem enfrentou o mesmo império.
“Falamos a partir da memória viva da nossa dor. Sabemos que o objetivo final não é ‘restaurar a democracia’ com bombas, mas sim tomar o petróleo venezuelano, quebrar a independência da nação bolivariana e enviar uma mensagem de terror para todo o nosso continente”, declarou.
“É o mesmo roteiro de dominação que sofremos. Portanto, exigimos a cessação imediata de todas as ações militares e a retirada incondicional de todas as forças estadunidenses da região.”
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