O embaixador Oscar Cornelio Oliva destacou a bravura dos camaradas que morreram no cumprimento do dever, corajosamente e com dignidade, defendendo a missão que lhes foi confiada.
Os combatentes realizavam missões representando as Forças Armadas Revolucionárias e o Ministério do Interior, a pedido de seus homólogos no país sul-americano.
Eles tombaram em combate direto contra os atacantes ou em decorrência do bombardeio de instalações, após oferecerem forte resistência ao agressor.
O embaixador recordou as palavras do Apóstolo José Martí, que disse: “Há um limite para o choro sobre os túmulos dos mortos, e esse limite é o amor infinito pela Pátria e a glória jurada sobre seus corpos, um amor que não teme nem vacila, jamais enfraquece, porque os corpos dos mártires são o mais belo altar de honra”.
Durante a cerimônia, os participantes condenaram veementemente as ações intervencionistas e agressivas dos Estados Unidos e reafirmaram a determinação do povo cubano em defender sua pátria, segundo um comunicado da missão diplomática.
O Movimento de Solidariedade com Cuba, diversos grupos e amigos da Revolução condenaram o ataque criminoso e enviaram mensagens de condolências ao governo e ao povo cubano.
“Lamentamos profundamente que 32 combatentes cubanos tenham perdido a vida no ataque terrorista perpetrado pelos Estados Unidos”, escreveu o coletivo Dos de Diciembre.
Enquanto isso, o grupo José Martí, de Los Ríos, lembrou uma frase do cantor e compositor venezuelano Alí Primera: “Quem morre pela vida não pode ser chamado de morto”.
“Honra e glória aos internacionalistas caídos. Seu exemplo permanece vivo na luta do povo”, escreveu o Movimento Socialista Allendista.
O Instituto Chileno-Cubano de Cultura José Martí, o Movimento de Esquerda Revolucionária e a Crónica Digital também expressaram seu profundo pesar pelas mortes dos combatentes cubanos.
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