A ministra publicou em uma rede social que o fluxo foi restaurado e espera que se mantenha estável, sem mais agressões à infraestrutura energética.
Por sua vez, a empresa húngara MOL, operadora do oleoduto, verificou a retomada dos envios, segundo a mídia local.
Analistas consideram que o incidente evidencia a vulnerabilidade das rotas de abastecimento energético na Europa Central, e a dependência do combustível russo persiste apesar das sanções ocidentais impostas a Moscou.
Um ataque, atribuído pelas autoridades eslovacas a elementos ucranianos, interrompeu o bombeamento durante sete dias.
Os críticos afirmam que estes eventos aumentam a volatilidade nos mercados energéticos globais, enquanto a estabilidade do fornecimento do produto é crucial para várias nações da União Europeia sem saída para o mar.
O oleoduto Druzhba é uma artéria fundamental para o abastecimento das refinarias na Europa Central.
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