29 de June de 2022
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Angola defende transição energética sem mais fome e miséria

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Angola defende transição energética sem mais fome e miséria

Luanda, 16 mai (Prensa Latina) A transição energética deve ser um processo gradual e responsável que defenda o planeta sem trazer mais fome e miséria aos países cuja principal fonte de divisas é o petróleo e o gás, exigiu hoje Angola.
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Conforme reconhecido pelo Presidente João Lourenço, todos os estados são obrigados a aderir ao compromisso global de redução dos impactos das alterações climáticas, mas as assimetrias devem ser tidas em conta.

Uma parte importante da população em África ainda não tem acesso à electricidade ou a qualquer outra forma de energia moderna para uso doméstico, exemplificou o presidente na inauguração aqui de um congresso continental do sector petrolífero (CAPE VIII).

Essa realidade aponta para a importância da criação de um mercado africano capaz de absorver a maior parte do petróleo e gás produzidos pelo continente, disse.

A médio e longo prazo, considerou, os combustíveis fósseis estão condenados a ser definitivamente banidos como uma das medidas de protecção do ambiente e, consequentemente, da Terra.

No entanto, defendemos a necessidade de que esta transição seja um processo gradual e responsável, sublinhou o dignitário, que defendeu a aceleração da diversificação das economias africanas e o aproveitamento das receitas petrolíferas para a industrialização do continente.

“Sabemos que não é fácil porque temos pouco tempo”, comentou o chefe de Estado, sublinhando a importância do VIII Congresso e Exposição Africana de Petróleo e Gás, cujas sessões terminam na próxima quinta-feira nesta capital.

Apesar dos esforços em curso para descarbonizar as economias, os hidrocarbonetos continuarão a desempenhar um papel de destaque na economia mundial e africana nas próximas décadas, ponderou.

O tema central do CAPE III demonstra, mais uma vez, a firme intenção de examinar os desafios e oportunidades da transição energética e o futuro da indústria de petróleo e gás na África, à luz da COP 21 e COP 26 (Conferências das Nações Unidas sobre o Clima Mudança), valorizado.

O executivo angolano, indicou, promove a exploração sustentável dos recursos energéticos fósseis e a criação gradual de oportunidades para o desenvolvimento e utilização de fontes renováveis como a solar, eólica, biomassa e hidrogénio, estando já em curso algumas acções, ele estressou.

mgt/mjm/glmv

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