27 de May de 2022
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América Latina notifica primeiros casos de hepatite aguda infantil

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Havana, 10 mai (Prensa Latina) Com a notificação de casos de hepatite aguda infantil de origem desconhecida no Panamá, Argentina e Porto Rico, a América Latina se junta a outras áreas continentais onde a doença está presente desde abril passado.
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Enquanto o território centro americano relatou um paciente de dois anos da província do Panamá Ocidental com a doença, positivo para o vírus do tipo F40-41, o Departamento de Saúde de Porto Rico informou, na sexta-feira passada, manter um menor sob investigação cinco anos depois de ser diagnosticado com a referida hepatite.

Na Argentina, pelo mesmo motivo, de acordo com o comunicado divulgado pelo Ministério da Saúde, um menino de oito anos foi internado no Hospital Infantil da cidade de Rosário, no norte.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), por enquanto o risco global é considerado baixo e, como não há certeza sobre a origem da doença, existe a possibilidade de estarmos em meio a uma situação que antes passava despercebida porque os casos costumavam ser poucos.

O organismo recomenda ficar atento a sintomas como diarreia ou vômito, e principalmente diante de sinais de icterícia, que é a coloração amarelada dos olhos e da pele.

Além disso, sugeriu a adoção de medidas básicas de higiene, como lavar as mãos, cobrir tosses ou espirros, que também servem para prevenir a transmissão do adenovírus, infecção em estudo devido à suspeita de possível relação com hepatite infantil.

Conforme informado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), dos 169 casos notificados até 29 de abril, 85 foram testados para identificação desse patógeno, dos quais 74 foram positivos e o adenovírus tipo 41 foi encontrado em 18. Os acometidos são crianças saudáveis entre um mês e 16 anos de idade, cuja evolução clínica é variável, e 10% delas necessitaram de transplante de fígado.

Um mês depois de o Reino Unido ter notificado os primeiros 10 casos (em 5 de abril), o número de países afetados chegou a vinte e os doentes somaram 228, divulgou também a entidade internacional.

Depois da Europa, o continente mais afetado até o momento, houve notificações na Ásia-Pacífico e Ásia Meridional e América do Norte.

A OMS adiantou que em nenhum dos diagnosticados foi identificada infecção pelos vírus da hepatite A, B, C, D e E e até agora, segundo relatos da imprensa, quatro dos pacientes morreram, três deles na Indonésia e um em território britânico .

Apesar dos alarmes, a entidade informou que a investigação dos eventos está em andamento, e a prioridade é determinar a origem da doença para implementar ações de prevenção e controle.

Testes laboratoriais estão sendo realizados para entender o mecanismo subjacente e a potencial associação dos casos com agentes infecciosos, produtos químicos e toxinas, argumentou.

Ele esclareceu, no entanto, que os pacientes não apresentaram exposição a fatores de risco epidemiológicos óbvios, incluindo viagens internacionais recentes, e o maior número de casos conhecidos carecia de imunização contra a Covid-19.

A hepatite é uma inflamação do fígado que pode ser causada por uma infecção ou intoxicação por drogas ou substâncias.

Os agentes infecciosos mais frequentes são os vírus responsáveis pelas hepatites A, B, C, D e E, e quando a inflamação ocorre de forma rápida e abrupta, está diante de uma forma aguda da doença, ressaltou a OPAS.

jcm/alb/ifs/hb

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