24 de May de 2022
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Rússia garante que todo o ouro em suas reservas está no país

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Moscou, 25 mar (Prensa Latina) O Banco Central da Rússia garantiu hoje que todo o ouro das reservas cambiais do país está em seus depósitos em território nacional.
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As reservas cambiais são uma ferramenta para proteger a economia de crises externas e em situações extremas garantem o pagamento da dívida em moeda estrangeira, asseguram importações críticas e estabilizam o mercado cambial, sublinhou a instituição.

De acordo com documentos do principal regulador financeiro da nação euroasiática, desde 2014 a política do país se concentra na prevenção de dois possíveis tipos de crise, financeira tradicional e geopolítica, informou a agência TASS.

Ele lembrou que a primeira já ocorreu em 2008, 2014 e 2020, enquanto para resistir à segunda o país exigia reservas que não poderiam ser afetadas pelas sanções dos países ocidentais.

Ele explicou que para lidar com este último, nos últimos anos o país aumentou o valor do ouro e do yuan chinês em suas reservas quase pela metade. Dessa forma, o Banco Central aumentou suas reservas desde 2014, que atualmente superam as de outros países com economias comparáveis.

O órgão regulador russo especificou que, nas atuais condições de sanções, é impossível que parte das reservas cambiais não sejam afetadas. “As moedas estão sempre refletidas nas contas correspondentes de bancos estrangeiros e, portanto, podem ser congeladas”, disse.

No entanto, quando isso aconteceu com as reservas russas denominadas em dólares e euros, Moscou tomou contramedidas para minimizar os danos, incluindo a imposição de restrições aos fluxos de capital, a proibição da venda de ações por investidores estrangeiros e a retirada de fundos do sistema financeiro russo.

Outras decisões estabeleceram que, a partir de agora, os pagamentos de dívida corporativa e pública a investidores de países que apoiam sanções contra a Rússia só podem ser feitos com a permissão de uma comissão do governo.

Dessa forma, Moscou restringiu a movimentação de fundos com valor comparável aos congelados, que poderiam ser transferidos para os chamados países hostis.

A Rússia iniciou uma operação militar na Ucrânia em 24 de fevereiro, depois que as autoridades das autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk solicitaram ajuda para repelir o aumento da agressão de Kiev.

De forma imediata, Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Japão e os países da União Europeia impuseram novas sanções, apontando a setores-chave da economia nacional, sobre todo ao comércio, as finanças, a energia, las exportações, a aviação e o espaço.

Desde meados de fevereiro, foram acionadas mais de 4.350 novas medidas restritivas em relação à Rússia, além das mais de 2.750 que já estavam em vigor.

As restrições incluíam a desconexão parcial dos bancos russos do sistema de pagamentos internacionais Swift, o fechamento do espaço aéreo para suas companhias aéreas, o congelamento das reservas internacionais do Banco Central da Rússia e o embargo às compras de petróleo por Washington e outras capitais.

jcm/mml/bj

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