20 de January de 2022
nombre generico prensa latina

notícia

nombre generico prensa latina
Bandera portugal
Edição Portuguesa

NOTICIAS

Celia Sánchez e a imagem do justo na memória de Cuba

Cuba, Celia Sánchez, conmemoración

Celia Sánchez e a imagem do justo na memória de Cuba

Havana, 11 jan (Prensa Latina) Como imagem de justiça, é assim que Cuba lembra a heroína das lutas de libertação e do processo revolucionário Celia Sánchez Manduley, que morreu em um dia como hoje, mas em 1980, vítima de câncer.
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on email

Para falar de seu valor, parece suficiente listar em seu currículo a luta pela sobrevivência dos guerrilheiros liderados por Fidel Castro na Sierra Maestra, e depois as tarefas enfrentadas como a primeira mulher do Exército Rebelde, em vários aspectos logísticos e missões de combate.

Também as árduas jornadas de trabalho nas diversas responsabilidades que depois do Triunfo da Revolução ocupou, entre elas como secretária da Presidência e do Conselho de Estado e membro do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba.

Mas essas são apenas algumas das etapas de uma carreira em que, se algo transcendeu, foi justamente o humano, pois muitos a lembram por seu tratamento peculiar e sensibilidade autêntica aos problemas da população. Por isso, Fidel Castro disse sobre ela que “antes e depois da guerra, Celia nunca se esqueceu de ninguém”.

Talvez há anos atrás tenha-se definido esse carater, quando junto com seu pai elevou ao ponto mais alto da ilha, conhecido como Pico Turquino, um busto do Herói Nacional José Martí, que hoje é tradicionalmente visitado por jovens cubanos.

Dedicou boa parte de sua insônia à preservação da história e do patrimônio da nação. “Quanto a capital cubana deve a ela, com as obras do Jardim Botânico, da Coppelia, do Parque Lenin, a reforma do Palácio das Convenções…”, diz o historiador da Cidade de Havana, Eusebio Leal.

Celia Sánchez Manduley partiu em 11 de janeiro de 1980, poucos meses depois de completar 60 anos, e em sua despedida o Dr. Armando Hart Dávalos deixou uma definição exata para estes dias: “Celia era como a justiça: humana e exigente. Sua memória nos dá a imagem do que é justo.”

Os cubanos lembrarão “a flor mais autóctone da Revolução”, como Hart também a definiu em seu funeral, recordarão dela os cubanos hoje, quando a transformação assumida em vários bairros ocupa um eixo central para o governo de Cuba, na busca de soluções concretas para os problemas mais prementes das comunidades e da população.

jha/lrg/cm

minuto por minuto
NOTAS RELACIONADAS
ÚLTIMO MINUTO
Logo Horizontal Prensa LAtina

© 2016-2021 Prensa Latina
Agência Latino-americana de Notícias

Rádio – Publicações – Vídeos – Notícias a cada minuto.
Todos os Rigts Reservados.

Rua E No 454, Vedado, Havana, Cuba.
Telefones: (+53) 7 838 3496, (+53) 7 838 3497, (+53) 7 838 3498, (+53) 7 838 3499
Prensa Latina © 2021.