18 de January de 2022
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Vacinação anti-Covid-19 em Angola avança com disparidade

Vacinação anti-Covid-19 em Angola avança com disparidade

Luanda, 3 jan (Prensa Latina) Mais de 7,8 milhões de pessoas em Angola recebem hoje a primeira dose da vacina Covid-19, mas apenas cerca de 3,9 milhões completaram o esquema de imunização contra a doença, alertam relatórios do governo.
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Um boletim informativo nas últimas horas relatou um saldo de 7.803.739 habitantes com a parcela inicial, o equivalente a 59,50% da população contemplada na campanha nacional de imunização contra o coronavírus SARS-CoV-2, causador do Covid-19.

No entanto, apenas 3.993.302 indivíduos receberam a segunda dose, o que corresponde a uma cobertura de 25,35%, alertou o Ministério da Saúde.

Até o momento, cerca de 11,5 milhões de doses do anti-Covid-19 foram administradas no país, com base em compras e doações do Estado por meio de acordos bilaterais e da iniciativa internacional Covax, confirmou a agência.

Numa visita guiada este fim-de-semana pelas unidades sanitárias de Luanda, a Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, sublinhou a necessidade de a população se deslocar aos postos de vacinação, visto ser uma arma poderosa no combate à pandemia.

Mais de três milhões de pessoas tomaram a primeira dose e nunca voltaram para a segunda, lamentou o funcionário.

Na véspera do Natal, o Presidente da República, João Lourenço, referiu que o aumento vertiginoso de novas infecções levou as autoridades a redobrar as disposições restritivas e de biossegurança no final de dezembro.

No entanto, a imunização em massa continua a ser a medida mais eficaz, apreciou o presidente, que destacou a existência aqui de quantidade suficiente de vacinas para a sua aplicação gratuita à população.

À semelhança de outros países, frisou, Angola sente as terríveis consequências da pandemia, o que levou o governo a tomar medidas de alívio fiscal para baixar os preços de alguns produtos essenciais e de consumo massivo.

Como atual presidente da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Lourenço defendeu na passada sexta-feira uma posição firme e coordenada da comunidade internacional para fazer face à expansão da Covid-19 e as suas consequências em termos de aumento da pobreza e das desigualdades socioeconômicas.

Segundo o político, a pandemia “reforçou quase escandalosamente a evidência de quão desigual, desequilibrada e egoísta continua a ser a atual ordem internacional”. Os seus efeitos sociais e econômicos, acrescentou, mostraram que todos dependem uns dos outros e que só juntos é possível enfrentar os desafios que se avizinham, para salvaguardar a humanidade.

jf / mjm / ls

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