18 de January de 2022
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Reivindicações sindicais e repressão policial marcam semana uruguaia

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Reivindicações sindicais e repressão policial marcam semana uruguaia

Montevidéu, 25 dez (Prensa Latina) As demandas sindicais e a repressão policial permearam o curso da semana que termina hoje no Uruguai sob o sinal crítico da Lei de Consideração Urgente (LUC).
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A central sindical uruguaia Pit-Cnt expressou preocupação com o que considerava ser uma repressão excessiva aos trabalhadores portuários que exigiam que seu empregador negociasse acordos trabalhistas que garantissem sua segurança física.

O presidente da Pit-Cnt, Marcelo Abdala, chegou ao local para tentar “descomprimir”, em suas palavras, uma situação criada por um grande contingente de tropas da Guarda Republicana destacadas, que arrastaram os participantes em uma greve e colocaram algemas em alguns deles.

O secretário de relações trabalhistas e disputas, Daniel Diverio, criticou a resposta comercial repressiva em vez de buscar o diálogo, que comparou com um ataque policial anterior, dias antes, em uma manifestação sindical de transporte na qual foram disparadas balas de borracha.

Diverio argumentou que o que aconteceu “se deve à aplicação da Lei de Consideração Urgente (LUC) desta forma para dinamizar a possibilidade de os trabalhadores reivindicarem seus justos direitos”.

Por sua vez, o Sindicato Único do Transporte de Carga e Ramas Afines (Suctra) expressou “profundo repúdio às ações dos policiais que, sob a proteção da LUC, romperam a manifestação pacífica que realizávamos na área da entrada do porto de Montevidéu”.

Entrevistado na televisão, o presidente da república, Luis Lacalle Pou, gabou-se de que foi graças a esta legislação que o protesto pôde ser encerrado, alegando que interrompeu a circulação de veículos.

Uma outra greve foi realizada pelo sindicato da empresa de transporte público suburbano em protesto contra o pagamento de férias desde 2019 e a ausência de negociações salariais este ano.

Ao mesmo tempo, a Associação de Oficiais Judiciais do Uruguai (AFJU) decidiu não participar da celebração do dia do Judiciário em protesto contra a queda do salário e 700 vagas não preenchidas, em detrimento da atenção à população.

A situação nos centros de internação do Instituto Nacional para a Integração Social dos Adolescentes (Inisa) foi descrita pelos deputados da Frente Amplio como uma crônica de um desastre predito.

Uma sessão da comissão parlamentar geral para a qual os chefes da instituição e do Ministério de Desenvolvimento Social (Mides) foram convocados teve que ser interrompida devido a relatos de tumultos em um internato, resultando em um detento ferido e outro em fuga.

O secretário-geral do sindicato dos funcionários públicos, Joselo López, denunciou uma intenção política de promover a privatização da Inisa, à qual atribuiu “todo o caos” gerado nos centros de detenção.

No final da semana, a Frente Ampla proclamou a eleição de Fernando Pereira como seu novo presidente, que declarou que “com todas as nossas forças vamos construir uma nova maioria que revogará os piores 135 artigos de uma lei que nunca deveria ter sido aprovada por um parlamento democrático como o nosso”.

msm/hr/vmc

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