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Mensagem forte do partido governante argentino após relatório do FMI

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Buenos Aires, 23 de dez (Prensa Latina) Várias vozes do governante Frente de Todos saíram hoje com uma forte mensagem após a investigação interna do Fundo Monetário Internacional (FMI), que reconheceu o fracasso do empréstimo concedido ao ex-presidente argentino Mauricio Macri.
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Em meio às conversas do governo para chegar a um acordo quanto ao crédito solicitado por Macri em 2018 -57 bilhões de dólares dos quais acessou 45 bilhões efetivos-, o FMI divulgou as conclusões da investigação em que indica que o programa fez não cumprir os objetivos de restaurar a confiança na viabilidade fiscal externa.

Com a hashtag #DeudaIrresponsable, a Frente de Todos, que levou Alberto e Cristina Fernández ao governo em 2019, enfatizou na rede social Twitter que o FMI reconheceu o fracasso do empréstimo concedido a Macri. Contraíram uma dívida irresponsável, fugiram dela e hipotecaram o futuro dos argentinos. Eles têm que assumir a responsabilidade, disse a coalizão.

A mesma frase foi repetida nas mensagens veiculadas por vários membros do governo, entre eles o chefe de gabinete, Juan Manzur, que destacou que o FMI “nos provou que estávamos certos: a dívida irresponsável contraída pelo governo anterior colocou o país em risco e o programa econômico de Macri falhou. ”

Em seu relatório, intitulado Ex Post Evaluation (EPE, por sua sigla em inglês) e que teve eco em vários portais e meios de comunicação argentinos, o FMI destacou que a administração de Macri teve de interpor controles de capitais para ordenar os fluxos e evitar vazamentos de capitais. que foi o que acabou acontecendo antes e depois do crédito.

Acrescenta também que a administração cambiemos deveria ter implementado uma reestruturação que teria feito um possível acordo para pagar a dívida e, ao fazê-lo, teria compensado o cenário das necessidades de financiamento a curto prazo.

O texto destaca quatro pontos centrais: não controlou a fuga de divisas, não controlou a inflação, não restaurou a confiança nos mercados e não protegeu as famílias mais vulneráveis.

Em entrevista concedida na véspera ao canal C5N, o ministro da Economia, Martín Guzmán, destacou que a dívida é tão grande que, nos marcos que o FMI tem hoje, não pode ser resolvida com um passo.

Da mesma forma, frisou que um acordo “nos ajudará no curto prazo a desobstruir o horizonte financeiro, mas para sarar as feridas geradas pelo endividamento do governo Macri em dinheiro estrangeiro nos levará mais de uma década”.

Por outro lado, destacou que os números do empréstimo tomado são muito claros: cerca de 21 bilhões de dólares foram usados para pagar dívidas insustentáveis e 24 bilhões para financiar as saídas de capitais do país. Esses números são realmente enormes, declarou ele.

Ontem também foi um dia agitado. O Governo teve que pagar ao FMI quase 1,9 bilhão correspondente ao segundo vencimento de capital do programa Stand By assinado por Macri, depois que a justiça rejeitou uma medida cautelar, apresentada pelo diretor do Banco Nación, que pretendia evitar este e futuros cancelamentos à agência enquanto se apura a legitimidade da dívida, informou Ámbito Financiero.

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