24 de January de 2022
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Cuba denuncia persistência do racismo estrutural em Genebra

Cuba denuncia persistência do racismo estrutural em Genebra

Genebra, 7 dez(Prensa Latina) O embaixador de Cuba na ONU-Genebra, Juan Antonio Quintanilla, denunciou hoje a persistência do racismo estrutural em escala global, flagelo que atribui em particular aos países capitalistas desenvolvidos.
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Falando no fórum dedicado ao tema, o representante permanente da Ilha lamentou que o fenômeno persista 20 anos após a adoção da Declaração e Programa de Ação de Durban, e mais de meio século após a entrada em vigor da Convenção Internacional sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial.

Os objetivos delineados nestes documentos de luta contra todas as formas de racismo, discriminação racial, xenofobia e outras formas conexas de intolerância, ainda estão longe de ser alcançados, sublinhou na 11ª sessão do Comitê Ad Hoc para a elaboração de normas complementares à Convenção.

Quintanilla também rejeitou o aumento do discurso de ódio e ações violentas contra minorias, migrantes e refugiados e, em alguns casos, contra cidades inteiras.

A crise global multidimensional, agravada pela pandemia de Covid-19, agrava essa situação, alertou o diplomata.

O embaixador cubano afirmou que no país caribenho, a Revolução de 1º de janeiro de 1959 trouxe um processo de transformação que destruiu desde a base um sistema racista e discriminatório, sofrido durante séculos pela população negra e mestiça.

Graças a estas mudanças radicais, a apologia ao ódio, à xenofobia, à intolerância e às ideias supremacistas de origem nacional, religiosa ou étnica, são atualmente alheias à vida política e social da nação antilhana, sublinhou.

Nesse sentido, destacou que a Constituição da República, aprovada em referendo popular em 2019, ratifica e reforça o reconhecimento e proteção do direito à igualdade, bem como proíbe a discriminação.

“Além disso, na ilha estamos empenhados em continuar a combater alguns preconceitos e estereótipos raciais que persistem em nossa sociedade”, disse ele.

Segundo Quintanilla, é condenável que, apesar de sua trajetória nesta área, Cuba continue sendo alvo de campanhas na mídia, manipulações e tenha como ponta de lança a suposta discriminação racial.

Essa cruzada se articula com ações de desestabilização e ingerência, e com a política de bloqueio econômico, comercial e financeiro que o governo dos Estados Unidos mantém e intensifica, afirmou.

oda/wmr/cm

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