7 de December de 2021

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Oposição interna a Netanyahu cresce no principal partido israelense

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Oposição interna a Netanyahu cresce no principal partido israelense

Tel Aviv, 6 de novembro (Prensa Latina) O ex-primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu enfrenta hoje uma rebelião interna crescente no partido de extrema direita Likud, que aumentou após a dupla vitória da aliança governamental ao aprovar os orçamentos de 2021 e 2022.
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O Canal 12 disse que Yisrael Katz e Haim Katz, dois pesos pesados ​​da formação, querem evitar as primárias na esperança de que Netanyahu, que enfrenta três processos criminais separados por corrupção, abuso de poder e suborno, deixe o cargo.

Segundo a fonte, ambos temem que, em caso de eleições antecipadas, o ex-chefe de governo, que liderou Israel por 15 anos, 12 deles ininterruptos, volte a vencer, o que no longo prazo seria prejudicial para o partido Likud com maior representação no Knesset (parlamento).

Em meio a esse panorama, a emissora de televisão revelou que Netanyahu se reuniu com o deputado Yuli Edelstein, que em outubro anunciou que desafiará o ex-primeiro-ministro pelo controle do partido.

O Canal 12 destacou que ambos concordaram em realizar eleições primárias no próximo ano, cada um por motivos diferentes.

Enquanto o primeiro é favorecido pelas urnas e, com isso, quer silenciar qualquer rebelião interna, o segundo busca se posicionar como sucessor, mesmo quando fracassa nas eleições, frisou.

As lutas dentro do grupo devem crescer à medida que ele passa mais tempo na oposição, o que parece muito possível após a derrota de Netanyahu e do Likud durante a votação do orçamento nesta semana, notou o jornal The Times of Israel.

Fundada pelo ex-primeiro-ministro Benachem Begin em 1973, essa formação ultranacionalista mantém laços estreitos com os colonos judeus e, portanto, rejeita a criação de um Estado palestino, conforme reivindicado pela ONU.

Desde então, tem se caracterizado por suas posições radicais contra os palestinos e seu apoio aberto à construção de assentamentos na Cisjordânia e Jerusalém Oriental, territórios que considera parte de Israel, critério rejeitado pela comunidade internacional e pelas Nações Unidas.

jcm / rob/glmv

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