16 de January de 2022
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As festividades nacionais estão de volta ao Panamá

Panamá, festejos, patrios

As festividades nacionais estão de volta ao Panamá

Panamá, 3 de nov (Prensa Latina) Depois de quase dois anos de restrições devido à pandemia de Covid-19, as liras, tambores, címbalos, tambores de caixa e trombetas voltarão a soar hoje no Panamá como parte das comemorações do mês da Pátria.
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Desta vez, como no ano passado, as bandas não viajarão pelas ruas populares da cidade para contagiar as pessoas com sua música, mas, ao contrário de 2020, se apresentarão em estádios e praças públicas, sob rígidas normas sanitárias.

Temas populares ou típicos acompanharão nesta quarta-feira os passos de cada dança e composição musical dos 45 grupos institucionais independentes e centros educacionais que se apresentarão no estádio Rommel Fernández da capital para comemorar os 118 anos de separação da Colômbia.

Horas de trabalho duro aprendendo notas musicais, ritmo e criação de composições; mas acima de tudo de esforço, disciplina e responsabilidade, como dizem alguns jovens, após meses de fechamento e proibições de colocar em cheque o SARS-CoV-2, o coronavírus causador da doença.

Muitas vezes sob o sol e a água, por várias horas, os instrumentos soaram em busca do acoplamento preciso como parte de uma festa, que este ano traz de volta o olhar curioso de alguns turistas, que também devem cumprir o requisito da vacinação para desfrutar do noites.

Até 20 mil pessoas por dia (3, 4, 5 e 28) poderão acessar Rommel Fernández, cujos ingressos serão distribuídos gratuitamente pelos ministérios da Cultura e da Educação, além das câmaras municipais para atingir o controle necessário.

Segundo a história, pelo menos 17 foram as tentativas separatistas do Panamá após a fundação da colônia espanhola, mas só em 3 de novembro de 1903 uma delas se consuma com a proclamação, nesta cidade, da independência da Colômbia.

Entre os motivos, destaca-se a recusa do Congresso da nação vizinha em assinar o Tratado de Herran-Hay com os Estados Unidos, que promoveria o projeto de construção do Canal, iniciado pelos franceses em 1881.

Esse acontecimento catalisou a conspiração para estimular, das sombras e com o apoio das canhoneiras estadunidenses, o rompimento com a Colômbia por meio de empresários intimamente ligados ao presidente Franklin Roosevelt, apontou o professor Olmedo Beluche em artigo.

Apesar de o Ato de Independência do Istmo ter sido redigido pelo jurista e político Carlos Antonio Mendoza, o fato não foi consumado até 5 de novembro, quando o membro da Junta Revolucionária de Colón, Juan Antonio Henríquez, enviou um telegrama que dizia: “Só agora, 19h30, pode-se dizer que a independência do Panamá está assegurada”.

oda / npg / fav

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